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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A Pedagogia da "Cinta"...Para Refletir!!!

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domingo, 15 de novembro de 2009

Indisciplina, Ato Infracional e Mediação de Conflitos na Escola


Slides da oficina e da palestra realizada no dia 11 de novembro de 2009, na I Jornada da Educação (Saberes e Fazeres do Professor), envolvendo professores da Rede Pública Municipal e Estadual de Joinville, SC

Sistematização do PDE - Esquemas

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Viva o Dia dos (das) Professores (ras)


Sou Professor

Por: Jorge Schemes*

Sou professor;

Não vou para a escola só para ensinar, pois tenho muito que aprender também.

Sou professor;

Não sigo as mesmas técnicas didáticas e metodológicas, pois tudo está em constante transformação e mudança.

Sou professor;

Não vejo a unidade e a uniformidade em meus alunos e alunas, pois há uma grande riqueza de diversidades em sala de aula.

Sou professor;

Não compreendo o conhecimento de forma linear, pois na realidade ele é sistêmico e holístico.

Sou professor;

Não me vejo como sacerdote e não vejo o que faço como uma missão, pois minha atividade é extremamente profissional e técnica.

Sou professor;

Não tenho uma imagem desgastada e distorcida de mim mesmo, pois criei uma auto-imagem positiva e tenho orgulho de ser um profissional da educação.

Sou professor;

Não permito a manipulação ideológica do meu trabalho, pois consegui desenvolver pensamento reflexivo e crítico.

Sou professor;

Não permito piadas de depreciação ao que faço, pois acredito que a educação é o maior bem social.

Sou professor;

Não chamo os meus alunos pelo número da chamada e sim pelo seu nome, pois aprendi a respeitá-los como seres humanos.

Sou professor;

Não acredito em promessas eleitoreiras e discursos politiqueiros, pois aprendi a lutar pela valorização da educação e a reivindicar meus direitos como cidadão.

Sou professor;

Não me sinto humilhado ou diminuído pelo que faço, pois escolhi ser o que sou e tenho orgulho disso.

Sou professor;

Não busco apenas o aperfeiçoamento cognitivo e intelectual de meus alunos e alunas, pois acredito que o ser humano também é um ser moral e espiritual.

Sou professor;

Não me vejo como um mero transmissor de informações, pois no processo de construção do conhecimento sou um mediador.

Sou professor;

Não fico falando mal de meus alunos e colegas na sala dos professores, pois aprendi que para tornar o ambiente saudável é fundamental ser ético.

Sou professor;

Não parei de estudar quando me formei na faculdade, pois me considero um eterno estudante e pesquisador.

Sou professor;

Não saberia mais o que fazer na vida se não fosse professor, pois ser professor está no meu sangue, no meu cérebro, no meu coração e na minha alma!


* Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico. Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar. Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso. Pós-Graduado em Interdisciplinaridade e Metodologia do Ensino Superior. Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na Gerência de Educação de Joinville - GERED. Professor de Filosofia da Educação; Empreendedorismo, Educação e Conjuntura Política e Projetos Educacionais e Corporativos na FGG (Faculdade Guilherme Guimbala - ACE - Associação Catarinense de Ensino). Professor de Religião no Instituto de Parapsicologia de Joinville. Professor de Ensino Religioso nas Escolas Públicas Municipais Saul Sant'Ana de Oliveira Dias e Karin Barkemeyer. Membro Conselheiro do COMEN e da CMAIDS (Conselho Municipal de Entorpecentes e Comissão Municipal de Prevenção e Controle de DST/AIDS). Membro da Aliança: "Por Um Mundo Sem Tabaco", do INCA (Instituto Nacional do Câncer). Autor do Livro: "O Que Você Precisa Saber e Fazer Para Deixar de Fumar" - Editora DPL. Escritor e Palestrante.


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Todos Pela Educação


Veja como participar!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Enem vaza e ministério anuncia cancelamento do exame

O vazamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) levou o Ministério da Educação a cancelar nesta madrugada a prova, que seria aplicada no fim de semana para 4,1 milhões de candidatos em 1,8 mil cidades do País. A decisão foi tomada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após ter sido alertado pela reportagem do Estado sobre a quebra do sigilo do exame. "Há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance", afirmou o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, por volta da 1 hora, por telefone.

Na tarde de ontem o jornal foi procurado por um homem que disse, ao telefone, ter as duas provas que seriam aplicadas no sábado e no domingo. Propôs entregá-las à reportagem em troca de R$ 500 mil. "Isto aqui é muito sério, derruba o ministério", afirmou o homem.

O Estado consultou rapidamente o material, para checar sua veracidade, sem se comprometer com a compra. Haddad, que diz nunca ter tido acesso ao conteúdo da prova, confirmou o vazamento ao consultar técnicos do Inep, órgão do ministério responsável pelo Enem. A comprovação da fraude se baseou em elementos repassados ao ministro pela reportagem, via telefone e e-mail. As questões originais estavam guardadas em um cofre, que foi aberto ontem à noite para confirmar a informação.

O encontro no qual o Estado viu trechos da prova aconteceu ontem à noite, na zona oeste de São Paulo. O homem que telefonou para a redação estava acompanhado de outra pessoa. Eles disseram ter recebido o material na segunda-feira, de um funcionário do Inep. Afirmaram que o esquema de fraude tinha cinco pessoas.

"Ninguém aqui é bandido, ninguém tem ficha na polícia, nós dois temos emprego", disse o homem. Ele afirmou que recebeu o material "de Brasília, de gente do Inep, do MEC (Ministério da Educação)". Disse que viu na situação a oportunidade de ganhar dinheiro. "Não tenho motivação política." Ele afirmou que procurou um advogado para orientá-lo. "Registramos em cartório cópias das provas."

Seu companheiro, mais incisivo, cobrou o tempo todo da reportagem uma posição sobre o pagamento dos R$ 500 mil. "Isto aqui é muito grande, eu não quero correr o risco de morrer por nada." Diante da negativa da reportagem, ele se impacientou. "A gente vende isto aqui até por mais dinheiro", disse, revelando a intenção de procurar emissoras de TV.

Novo exame

O MEC tem uma outra versão da prova do Enem pronta para substituir a que foi cancelada. A expectativa do ministério é realizar o exame em 45 dias. Como a metodologia do Enem exige que as questões sejam pré-testadas, o Inep tem um banco com cerca de 1,8 mil delas. O exame mudou este ano para funcionar como vestibular unificado nacional: 24 universidades federais tinham abolido seus processos seletivos em favor do novo Enem. [Fonte: Yahoo Notícias]

Nota do Editor: Uma das perguntas a fazer é: Quem arcará com os prejuízos aos cofres públicos?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ensino Médio Inovador

"O Programa Ensino Médio Inovador surgiu como uma forma de incentivar as redes estaduais de educação a criar iniciativas inovadoras para o ensino médio. A intenção é estimular as redes estaduais de educação a pensar novas soluções que diversifiquem os currículos com atividades integradoras, a partir dos eixos trabalho, ciência, tecnologia e cultura, para melhorar a qualidade da educação oferecida nessa fase de ensino e torná-la mais atraente.

A proposta do MEC tem cinco questões centrais a serem discutidas no currículo do ensino médio. A primeira é estudar a mudança da carga horária mínima do ensino médio para 3 mil horas – um aumento de 200 horas a cada ano. Outra mudança é oferecer ao aluno a possibilidade de escolher 20% de sua carga horária e grade curricular, dentro das atividades oferecidas pela escola. Faz parte ainda da proposta associar teoria e prática, com grande ênfase a atividades práticas e experimentais, como aulas práticas, laboratórios e oficinas, em todos os campos do saber; valorizar a leitura em todas as áreas do conhecimento; e garantir formação cultural ao aluno." Fonte: Site do Ministério da Educação: www.mec.gov.br

Documento Referência: Ensino Médio Inovador


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Pesquisador do Ipea diz que desigualdades sociais estão "cristalizadas" na educação

As desigualdades presentes na sociedade estão também “cristalizadas” na educação. Essa foi a avaliação do pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Jorge Abrahão durante seminário de avaliação de dois anos do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), do governo federal. Educadores, representantes de governos e da sociedade civil discutem os avanços e os desafios do programa em seminário promovido pela organização não governamental Ação Educativa.



Lançado em 2005 pelo governo federal, o programa – conhecido como PAC da Educação – é formado por um conjunto de ações que visa a melhorar os indicadores educacionais do país até 2022.

O economista apresentou diversos dados de acesso ao ensino que mostram que algumas camadas da população estão sempre “atrasadas” em relação ao restante. Se na área urbana o percentual de analfabetos é de 4,4%, na rural ele sobe para 23%.

“Há um processo forte de ampliação de acesso à educação no Brasil nos últimos dez anos em todos os níveis e isso não é trivial de se fazer. Mas as desigualdades internas permanecem”, destacou o pesquisador. Segundo ele, os principais fatores que influenciam o sucesso escolar de uma pessoa é a renda, a raça e a região onde ela vive – Sul ou Norte do país e área urbana ou rural.

A secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda, destacou que é preciso acabar com a ideia de que a qualidade da escola pública piorou. “Atrapalha esse senso comum de que a escola era boa, aconteceu algo e ela ficou ruim. Ela não era pública porque não era para todos. E o que aconteceu foi algo muito bom: a entrada de quase todas as crianças no ensino fundamental, tornando o espaço mais democrático”, defendeu.

Na avaliação da secretária, um dos principais acertos do PDE foi trabalhar com os municípios que apresentam baixos resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Essas cidades recebem reforço financeiro e técnico do MEC para desenvolver ações de melhoria da qualidade. Antes, recebiam recursos da União aqueles que apresentavam os melhores projetos ao ministério. “Enquanto havia município mandando proposta para informatizar a educação infantil, outros sequer sabiam o que era educação infantil”, comparou.

Outra vantagem do plano, na avaliação de Maria do Pilar, é o programa PDE Escola, que permite que a unidade receba financiamento diretamente do MEC, superando alguns processos burocráticos com as secretarias de Educação.

“Em um país desse tamanho não dá pra trabalhar com receita ou modelo fechado. Precisamos valorizar experiências que focam a reflexão sobre as práticas da escola e as questões da aprendizagem”, ponderou.

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Projeto de R$ 100 melhora resultado escolar, diz estudo

Um investimento de R$ 100 por pessoa ajuda professores a ensinar melhor. Estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aponta que o Pro-Letramento, programa do Ministério da Educação (MEC), causa impacto no resultado da Prova Brasil em Estados que aderiram ao sistema. O trabalho, assinado pelos professores Marta Barroso e Luiz Carlos Guimarães, revela que, onde já houve treinamento da maior parte dos professores, os resultados na Prova Brasil de português e matemática de alunos da 4ª série podem ser mais do que o dobro dos obtidos em Estados do Sudeste.

O impacto da prova elevou, por exemplo, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Piauí de 2,8 pontos, em 2005, para 3,5 em 2007. "O que vemos indica realmente uma forte correlação entre as duas coisas: os Estados com maior índice de melhora são justamente aqueles onde o programa, no momento em que os alunos faziam a prova, havia formado uma proporção maior de professores. No outro extremo está um Estado como Sergipe, o último da região a efetivamente aderir ao programa", concluem os professores.

Esse não é o primeiro programa de educação continuada desenvolvido pelo MEC. Houve outras tentativas tanto neste governo quanto no anterior e, como as avaliações mostram, os resultados foram pífios. O impacto do atual programa ainda é pequeno, mas o estudo aponta que Estados que passaram por ele foram além dos demais. Criado em 2007, o Pro-Letramento forma tutores para treinar seus colegas. Cada tutor recebia até o ano passado uma bolsa de R$ 100, reajustada agora para R$ 600, e material para dar aulas e distribuir aos colegas.

"É um material que não faz opção por um método de alfabetização, mas mostra ao professor como a criança adquire a base alfabética e o que ele deve estudar com o aluno", diz a secretária de ensino básico do MEC, Maria do Pilar Lacerda e Silva. O custo é a impressão do material didático - feita por licitação e em grande quantidade, tornando-o mais barato - e o pagamento das bolsas. No final, sai por menos de R$ 100 por professor treinado. Até agora, 260 mil docentes foram treinados e a intenção é chegar a todos os 685 mil professores das séries iniciais no País. O programa não tem prazo para acabar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Maioria dos professores dá aula em 1 escola, diz censo

Professores que ganham mal, correm de uma escola para outra e atendem várias turmas o dia todo fazem parte de uma imagem recorrente das agruras do ensino básico brasileiro. No entanto, o primeiro censo completo do professor, que será apresentado hoje pelo Ministério da Educação, revela uma situação diferente. De acordo com o estudo, 80,9% dos docentes brasileiros trabalham em apenas uma escola, mais de 60% lecionam em um turno e quase 40% são responsáveis por somente uma turma.

No total são pouco mais de 1,882 milhão de professores no ensino básico (que vai da creche ao médio), dos quais 309 mil são de escolas particulares. O levantamento é o primeiro feito depois que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) implantou o EducaCenso - sistema que torna possível ao MEC ter os dados de cada docente, onde ele trabalha. "Existia aquela ideia de que havia um contingente enorme de professores com um, dois, três vínculos empregatícios, o que não é verdade", diz o ministro da Educação, Fernando Haddad. Apenas 3,2% dos docentes trabalham em três escolas ou mais.

Dependendo do nível de ensino, o número de professores sem formação adequada varia de 10% a quase 30%. A maioria tem algum tipo de formação, mas ela não é própria para o que está ensinando. Pelos dados do censo, quase 70% dos professores da educação básica têm curso superior, 90% deles com licenciatura. Nos anos finais do ensino fundamental, quase 80% têm curso superior, 73,4% com licenciatura. No ensino médio, esse índice sobe para 93,4% de graduados, 87% com licenciatura. São justamente esses níveis de ensino que apresentam a pior qualidade nas avaliações nacionais, como a Prova Brasil.

A explicação, diz o ministro da Educação, é um misto de formação ruim e o mau trabalho feito até a 4ª série. "Esse professor enfrenta um desafio que ele não deveria estar enfrentando, que é a qualidade da formação dos anos iniciais. Ele já entra em sala de aula em situação mais difícil. Esse aluno não está preparado com as competências para se apropriar dos conteúdos da etapa seguinte", diz Haddad. Para a presidente do sindicato dos professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, o censo não retrata totalmente as situação do ensino, isso porque não é possível fazer o recorte das grandes cidades. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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